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Família Karrasco 43,5 de Histórias

20 de agosto de 2019

E hoje o nosso blog traz uma entrevista exclusiva com Carlos Eugênio, o Kaká,um dos membros fundadores da família Karrasco que completou nesse final de semana último 43,5 anos e meio de estrada comemorados numa grande e linda confraternização aqui no Hotel Fazenda da Chácara.

Blog do Hotel: Eu falo aqui com Carlos Eugênio o Kaká e hoje falaremos sobre a fraternidade do Karrasco que esteve aqui no Hotel Fazenda da Chácara se confraternizando comemorando seus quarenta e três anos e meio de formatura de seus membros. Kaká é um prazer estar aqui te entrevistando e é uma grande honra conhce-los, pessoas de bem, pessoas que com toda certeza contribuíram para nossa Minas Gerais e nosso Brasil para melhor num quadro onde nesses dias atuais, precisamos mais ainda do talento e dedicação de vocês.

Blog do Hotel: Como e quando surgiu o Karrasco?

Carlos Eugênio: A coisa bonita que nos une, a fraternidade que nos une, a irmandade que nos une, surgiu no ano de 1972 quando fomos aprovados no vestibular da Universidade Federal de Viçosa; Ainda muito jovens o que somos até hoje, contando com jovens de 60 e 70 anos  porque temos que manter no coração e na mente o ideal de contribuir para melhoria nossa e da sociedade como um todo. E começava ali a história do Karrasco, naquele final de fevereiro e inicio de março do ano de 1972. Conhecemos-nos e a partir daí formamos um grande grupo que hoje é uma grande família.

Blog do Hotel: Como foi esse começo?

Carlos Eugênio: Começamos sozinhos cada um cuidando de si visando formar o mais rápido possível, logo em seguida quando terminamos o curso muitos já se casaram naquele momento alguns casaram com Karrascanos, outros com estudantes de outros núcleos da UFV. Nossas famílias foram crescendo e a família Karrascano aumentou com a entrada de filhos, netos e provavelmente bisnetos.E é regra de Viçosa; a cada cinco anos a universidade reúne os grupos. Em 2015 foi feita a festa de quarenta anos de formado. Tem as turmas de cinco, dez, quinze, vinte, vinte e cinco, quarenta, quarenta e cinco, cinqüenta, até 70 anos provavelmente deva ter formando comemorando sua formatura. Quando fizemos quarenta anos de formados entendemos que esperar cinco anos era esperar muita coisa, decidimos fazer reuniões anuais e de fato de 2015 para cá começamos a fazer reuniões no sistema itinerante, onde a cada ano é escolhido um local diferente, Hoje (domingo) estamos reunidos aqui nesse espaço maravilhoso do Dr. Aloísio o Hotel Fazenda da Chácara sendo extremamente bem recebidos por ele, sua filha Fernanda, seu genro Thiago e essa equipe fantástica de colaboradores que nos recebem de forma muito calorosa, Aliás esses colaboradores essa turma jovem que aprendemos a gostar são parte da família Karrascano também, pois os incorporamos, em dois anos anteriores já estivemos em João Pessoa e Vitória e ano que vem seguimos para Capitólio entre julho e agosto tão logo seja decidido.

Blog do Hotel: Um perfil da família Karrascano.

Carlos Eugênio: Essa é a nossa família, temos um carinho muito grande um pelo outro e você destacou, quem tem quarenta e três anos e meio de formado muitos trabalhando como professores, muitos como pesquisadores, muitos como extensionistas já deixamos um legado muito interessante para nosso país e de acordo com o que você destacou hoje no momento difícil que vivemos a gente ainda tem o que deixar em termos de contribuição para a pátria chamada Brasil.

Blog do Hotel: Como foi Kaká a magia, a sensação, a emoção do primeiro encontro?

Carlos Eugênio:  O primeiro encontro aconteceu no ano de 1980 em Viçosa por meio da associação de ex alunos presidida pela professora Cristina que é esposa do Maurício Ribeiro que é Karrascano.Naqueles primeiros cinco anos havia muita incógnita entre nós; uns estavam muito bem trabalhando outros ainda buscavam seu espaço e oportunidades, a coisa que mais marcou a gente nesse primeiro encontro foi constatar a partida de muitos de nossos irmãos  que já haviam ido para os braços do Pai, curiosamente perdemos muitos amigos mas é aquela situação não vamos ficar para semente e Deus tem um plano para cada um, uns são chamados por Deus precocemente outros vão mais tarde. E foi ali que o Karrasco se formou definitivamente a partir de 1980, nós éramos muito amigos na universidade, era o grupo que mais fazia congraçamentos, era o grupo que levou no ano de 1975 Os Novos Bahianos, Clara Nunes, Vinicius e Toquinho, fazíamos isso com uma maestria muito grande e criamos naquela época uma comissão para angariar recursos para formatura, e essa comissão foi tão feliz no trabalho que desenvolveu e para nós foi melhor ainda porque boa parte dessa comissão permaneceu em Viçosa fazendo com que os anos seguintes do grupo fossem mais fáceis. Cada turma que entra tem um nome, o nosso é o Karrasco, mas antes do Karrasco tinha o Alambique, o Picareta, Gato Preto, nos sucederam o Escorpião e outros, porém a comissão ter permanecido em Viçosa trouxe para nós, muito mais agregação, mais carinho, mais amor com o outro porque eles assumiram tudo. A gente chega em Viçosa para comemorar os anos subseqüentes e está tudo organizado, não nos preocupamos com nada. Essa praticidade de ter a comissão por perto facilita muito. Nessa comissão contamos com o carinho uns dos outros, formou-se aí uma grande família chamada Karrasco e nós nos orgulhamos muito dessa família, pois existe um grande respeito entre nós e além disso procuramos ir além com atitudes concretas em benefício de todos Karrascanos e até mesmo não Karrascanos porque entendemos que fazer o bem deve ser sem fronteiras. Mesmo grande numa família de trezentas, quatrocentas pessoas não há divergências, pois temos todos um objetivo comum. Ser Karrascano é muito bom.

Blog do Hotel: Kaká, eu gostaria que você fizesse as considerações sobre esse encontro maravilhoso e esse sentimento de família que é o Karrasaco.

Carlos Eugênio: Eu diria que a grande coisa boa que a família karrascano trouxe além da harmonia, união e irmandade e do carinho e amor que existe dentro dela é a certeza absoluta que nós, todos nós juntamente com nossos apoios em nossas discussões, a gente deixa um legado ao Brasil muito bonito, seja no ensino, seja na pesquisa, na administração, eu tenho certeza que o empresariado rural brasileiro e no mundo tropical ele tem a consciência que não só o Karrasco mas outros grupos de outras universidades também trouxeram essa contribuição ao país. Nos sentimos felizes por ter participado do desenvolvimento do país, esse é um grande momento de reflexão para gente, e que daqui a vinte anos possamos estar continuando ainda a nos reunir com o maior número de karrasacanos possíveis, em alegria, em amor e confraternizando-nos. Eu agradeço o Alosio por ter me posto para falar em nome do grupo, eu falo, pois eu sou o puxador do grupo, o bagunceiro mor por assim dizer e fico muito feliz e encantado por falar em nome da família karrasacana, falar para a querida Santana dos Montes, especialmente pela equipe do hotel capitaneada pelo Dr. Aloisio que tão maravilhosamente nos acolheu nesses dias. Muito obrigado!

Blog do Hotel: Kaká somos nós que agradecemos a você e a toda essa maravilhosa família karrascana e aguardamos vocês ansiosamente em um próximo encontro.

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